Ele mexeu em algumas coisas na mesa de controle do barco, e logo ele começou a andar. Eu olhei para ele com cara de desconfiança, e ele apenas sorriu, voltando a sua atenção para o mar a sua frente.
Eu me segurei quando senti um solavanco, e ele sorriu de pé segurando o "leme" com firmeza, dando a entender que sabia o que estava fazendo.
-Acho bom que esta cara de bom entendedor, demonstre a realidade dos fatos!... Não quero ser a próxima naufraga, ou virar comida de tubarão!-ele sorriu-
-Quem sabe a Lagoa azul!-sorriu, e o barco deu outro solavanco-
-NÃO BRINCA BRUNO!-senti o meu peito acelera-... Eu preciso te apresentar o meu RG?-respirei fundo-
-Por que?-me olhou por alguns segundo parecendo confuso-
-Eu já tenho 30 anos amor, estou mais mais propensa a ter um infarte agora, do que a dez anos atras!-gargalhou-
-Ainda vou ver voçe segurando uma bengala bem velhinha!
-A sua?-arqueei a sobrancelha, e ele me encarou sorrindo de canto-
-Depois eu que sou o pervertido, e tarado!
-Sim, eu sou um anjo!-sorri de canto-
-E mesmo?... Vem cá meu anjo!-esticou a mão para mim que estava sentada-
-Segura neste leme!-ele gargalhou-
-Não e leme amor, e volante náutico!
-Que seja!... Leme, volante, só segura!
-Estou segurando amor!
-Com as duas mãos!-Arqueei a sobrancelha-
-Vem Clara!-segurei em sua mão, e me aproximei-
-O que voçe quer?
-Voçe, bem pertinho!-me colocou entre o seu corpo, e o volante
-Isso não e perigoso?
-Fica tranquila, voçe esta muito tensa!-me beijou os lábios-
-Só estou com receio de acontecer algo!
-Voçe confia em mim?-olhou nos meus olhos-
-Confio!
-Então fica tranquila, nem estou muito rápido!-senti a sua boca no meu pescoço-
-Por favor, não se desconcentre!... Não feche os olhos!
-Estou de olhos abertos amor!-sorriu, beijando o lóbulo da minha orelha fazendo o meu corpo se arrepiar, e eu passei as minhas mãos em seu corpo em um abraço sentindo os meus cabelos voarem contra o vento-
Senti o seu corpo me pressionar contra o volante, e uma de suas mãos colocar o meu cabelo para um dos lados, e logo em seguida ele começou a beijar o meu pescoço, passando a língua devagar me fazendo arrepiar desde os pés, ate o couro cabeludo. Puta que pariu, que homem bom.
Coloquei as minhas mãos por dentro da sua blusa, arranhando devagar as costas, respirei fundo beijando o seu pescoço quando o ouvi gemer baixinho. Senti ele dar um leve chupão no meu pescoço, e por reflexo o apertei um pouco mais sob as minhas unhas, e dei uma leve mordida em seu ombro. Esta brincadeira estava começando a me deixar excitada, e acho que não seria interessante acontecer isso agora.
Mas foi apenas eu me movimentar devagar rente ao seu corpo para sentir a sua ereção na lateral do meu quadril, me fazendo deseja-lo com todas as minhas forças.
-Isso não vai dar certo!-sussurrei-
-Shiii!... Aproveita o momento amor!-disse rente ao meu ouvido-
-Voçe vai desviar a sua atenção!
-Prometo que eu vou parar, caso me desconcentre demais!
-Tudo bem!
Fiz um caminho de beijos, mordidas, do seu pescoço ate os seus lábios, o beijando devagar, passando a língua na região, e mordiscando o seu lábio inferior, o fazendo gemer.
Me virei de costas para ele, e senti uma de suas mãos por sima da minha virilha me dando leves apertões enquanto sentia parte de baixo do meu biquine ficar completamente encharcado. Conforme ele me apertava, me prensava ainda mais contra o seu corpo, me fazendo sentir a sua ereção dura como pedra roçar na minha bunda me fazendo gemer baixinho, e curvar a cabeça, sentindo a minha boca salivar.
Apoiei as minhas mãos no painel, em um aparte que não tinha botoes, e eu mesma pressionei o meu corpo contra o dele, o sentindo se movimentar devagar, me fazendo sentir o quanto estava excitado também.
Senti que o barco estava um pouco mais acelerado, mas isso ficou completamente irrelevante, quando o senti pressionar ainda mais a sua ereção contra a minha bunda, e eu rebolei devagar, só para provocar um pouco mais, e logo senti a sua mão na barra da minha blusa, a suspendendo, e logo a retirando do meu corpo, jogando a peça em algum lugar por ali, e logo a sua mão estava sobre um dos meus seios ainda coberto pelo tecido do biquine, no qual ele apertou devagar, acariciando o bico do meu seio que estava completamente rígido, devido ao estado de excitação.
Inclinei o meu corpo para trás, e coloquei a cabeça em seu ombro, enquanto a sua mão deslizava pelo meu corpo ate a minha virilha novamente.
Durante todo o tempo em que uma de suas mãos estava no meu corpo, a outra estava agarrada ao leme.
Ele abaixou um dos lados do meu biquine, e começou a acariciar o meu seio exposto, o apertando devagar. Deslizei a minha mão pela sua coxa, encontrando a sua ereção deliciosamente dura, na qual eu não resisti e o acariciei, dando leves apertões.
-Chega, isso e muita tortura!-ele disse com a voz arrastada, e decidida-

Senti velocidade diminuir consideravelmente, quase parando em alto mar. Logo as suas duas mãos estavam novamente em meu corpo, ele me virou para ele, e me surpreendeu com um delicioso beijo. Ele sentou onde eu estava a alguns minutos atras quando ele fez a lancha parra completamente, me fazendo sentar em seu colo de frente para ele com um aperna em cada lado do seu corpo.
Com as mãos apertando a minha bunda, e me pressionando contra ele, nos beijamos com vontade apreciando a boca um do outro em um beijo intenso. As minhas mãos se perderam em seus cabelos os puxando devagar, enquanto saboreava a sua língua, e mordia o seu lábio devagar. Senti as suas mãos no botão da minha bermuda e segurei as suas mãos o impedindo de continuar.
- O que foi?-disse baixinho-
-Aqui em sima não!-disse com a respiração ofegante-
-Não tem ninguém aqui, só nos dois!... Olha em volta!-sorriu, e eu realmente olhei-
-Mesmo assim, aqui não, por favor!-lhe dei um selinho demorado-
-Tudo bem, vamos la pra baixo!
Sai do seu colo, peguei a minha blusa que estava no chão, e descemos as escadas que dava acesso a cabine.
Entramos em uma pequena sala, com sofá, geladeira, mesa, microondas, TV, enfim, um apequena cozinha montada. Ao lado tinha uma porta, onde ele se apressou em abrir, revelando um quarto completo, ate cama de casal tinha.
Não consegui nem olhar direito para o quarto, já que a unica coisa que consegui sentir foi o colchão nas minhas costas, e no segundo seguinte a sua boca na minha, no meu pescoço, me mordendo chupando, e lambendo devagar me causando arrepios.
Ele pressionava o seu quadril contra o meu, me deixando completamente ansiosa para sentir ainda mais de si.
A parte de sima do meu biquine foi parar em algum lugar daquele quarto, assim como a minha bermuda, e o restante das nossas roupas.
-Bruno!-gemi baixo quando o senti por completo dentro de mim, com movimentos acelerados me deixando completamente tonta-
-Geme pra mim amor!-ele beijava o meu pescoço-... Toda molhada, puta merda, como e gostosa!
-Isso, que delicia!-cravei as minhas unhas em suas costas quando ele se enterrou por completo dentro de mim, me fazendo sentir um delicioso desconforto-
Ele se ajoelhou na cama, puxando os meus quadris contra os seus, acelerando os seus movimentos drasticamente, me fazendo agarrar os lençóis como se eu estivesse despencando de uma ribanceira, e eles fossem a minha unica salvação.
Eu já não sabia se gemia, gritava o seu nome, ou se tentava me manter concentrada apenas sentindo o momento. E claro que esta ultima opção era um mero devaneio meu. Com o Bruno entre as minhas pernas, a unica coisa que iria conseguir, era me concentrar em algo.
Senti o meu corpo aquiescer violentamente anunciando a aproximação de um orgasmo, deixando os meus sentidos em alerta total. Espalmei as mãos em suas costas, pressionando as minhas unhas em sua pele, quando me senti explodir em um delicioso, e intenso orgasmo.
O meu nome foi entoado em alto em bom som, quando ele se liberou por completo dentro de mim, e depois de mais algumas estocadas firmes, e precisas, o senti se deitar ao meu lado bastante ofegante.
Me virei de bruços na cama, olhando diretamente para o seu rosto com algumas gotas de suor, passei a mão para enxugar, e ele sorriu virando o rosto para mim, e eu lhe dei um selinho, ele passou o braço pelo meu pescoço me fazendo acomodar a cabeça em seu braço, eu me virei de lado, e passei a perna sobre a sua, e ele alisou a minha coxa.
-Como isso e bom!-sorriu-... Eu não tenho mais palavras para classificar a sensação de ter voçe!-me encarou-
-Digo o mesmo, so a lembrança de tudo o que aconteceu a minutos atras já me deixa arrepiada!-coloquei a mão em seu peito-... Obrigada pela sensação!
-Obrigado pelo prazer!... Seria muita loucura cair no mar assim?
-Nus?
-Sim!
-Claro!-sorriu-
-Por que amor?... Ja disse que so tem nós dois aqui!
-Mesmo assim!... E outra, eu não sei nadar muito bem, voçe teria que levar o meu corpo sem vida de volta, ou largar boiando por ai!-sorri, mas parece que ele não achou muita graça-
-As vezes voçe fala cada coisa!-ficou extremamente serio-
-Desculpa!... Não precisa ficar com raiva, foi somente um comentário infeliz...
-Não, foi de extremo mal gosto Clara!-se desvencilhou de mim, se sentando, e eu revirei os olhos sem que ele visse-... As vezes voçe fala cada idiotice que não da para engolir... Onde já se viu, jamais eu iria deixar que algo te acontecesse, e é claro que eu não te largaria aqui, em hipótese nenhuma!... Porra so fala merda, caralho!-passou as mãos pelo cabelo exasperado-
-Foi mal ja disse, não esta mais aqui quem falou!-me curvei pegando a minha blusa, e a parte de baixo do meu biquine, os colocando-
-Agora ja falou, mania de ficar pensando em morte!
-Ja disse que não esta mais aqui, quem falou!... Literalmente!-me levantei da cama, e sai do quarto-
As vezes ele e estranho, não sei por que se estressar por causa de apenas um comentário, um comentário bobo ate, e sem fundamento, saiu sem querer, sei la.
Era incrível, como apenas um comentário, uma frase, pode destruir um momento tão bom. E incrível como uma bobagem, pode magoar alguém com tanta proporção. E como as pessoas mais "vividas" falam, uma palavra pode machucar mais do que um tapa na cara.
Dei a volta no barco me sentando na proa, e olhando para o enorme, e calmo mar a minha frente, transpassei as pernas na barra de segurança, e fiquei balançando-as, com o queixo apoiado nas mãos, olhando a água se mover lentamente, e buscando em minha mente uma desculpa plausível para esta explosão dele.
-Puta que me pariu!<fechei os olhos com força>... Voçe também só da mole Maria Clara!
Estamos no Hawaii, a "Tia Bernadette" faleceu aqui, e não tem nem um ano ainda. Eu dei mancada, e muita, deve ser um assunto muito difícil para ele ainda, e mesmo sem querer eu posso ter tocado em uma ferida não curada. na realidade, esta uma ferida que nunca ira se curar, a perda de alguem tão importante, e especial. Me senti uma estupida, ao chegar nesta conclusão.
Senti o motor ligar novamente, e respirei fundo pela milésima vez fechando os olhos com força, provavelmente ele iria voltar, iriamos embora, e o clima iria ficar tenso, e estranho entre nos dois. Abri os olhos e notei que ao invés de estarmos voltando para o pier, estávamos seguindo em alto mar.
Parte Bruno
Estar sozinho com ela neste imenso mar esta sendo maravilhoso, sem dividas seria o passeio que iria me lembrar por muito tempo.
Depois que fizemos amor, ela fez um comentário que me deixou um pouco descontrolado, e me fez ser grosseiro sem tanta necessidade com ela, mas e que falar de morte, e aqui, logo aqui no Hawaii, e um pouco complicado demais para mim. Enfim, sei que exagerei um pouco.
Me vesti, e fui atras dela, mas ela estava quieta na dela sentada na proa, e eu decidi deixa-la quietinha, e seguir com o que tinha planejado. Liguei a lancha novamente e segui o meu caminho.
Parei relativamente proximo a uma ilha muito linda, ela era deserta na maioria das vezes, era um local de acesso exclusivo para embarcações, e no momento, por sorte, so tinha a nossa ancorada.
Desci da cabine, e me aproximei dela que permanecia sentada no mesmo local, parecendo muito pensativa ainda.
-Hey, amor!-a chamei, e ela me olhou colocando a mão na frente dos olhos, se esquivando do sol-... Vamos descer um pouco?
-Descer aqui?... Parece muito fundo!-olhou para baixo-
-Esta tudo bem, a parte traseira esta mais proximo da areia, não posso me aproximar muito, se não encalhamos!
-Ta!-se levantou vindo ao meu encontro-
-Desculpa amor, eu não queria ter falado daquela forma com voçe
-Eu que te peço desculpas, falei besteira, e só depois me toquei...
-Assunto de morte já e pesado por si só!... AI junta a perda do nosso bebe, e o fato de estarmos aqui me deixa...
-Me perdoe, por favor!
-Esta tudo bem!- puxei contra o meu corpo, lançando a cintura-... Só quero aproveitar o dia com voçe, mais nada!-acaricie as suas costas por baixo da blusa-
-Eu também!-me deu um selinho longo-... Voçe sabe que não sei nadar direito!
-Relaxa!-sorri-.... Vamos?
Ela pegou o seu óculos que estava na mesa do lado de fora, e descemos na parte traseira da embarcação. Eu fui o primeiro a pular na água enquanto ela apenas se sentou na beirada, molhando os pés. Nadei ate um pouco a frente e senti a areia a uns quatro metros de onde estávamos ancorados, disse a ela que estava tudo bem, e que ela poderia descer segurando no apoio da curta escara que tinha na parte de trás.
-Não rola, foi mal!-sorriu ainda sentada-
-Que mulher medrosa!-sorri, e ela fechou a cara-... Vem, esta pertinho!-voltei para perto dela, e estiquei a mão para ela-
-Não fala assim!-segurou em minha mão, desconfiada quando começou a descer-
-O que, que voçe e medrosa?-sorri quando ela ja estava dentro da água comigo-
-Não sou medrosa, sou precavid... AAAAAAHHHH ALGUMA COISA PASSOU NO MEU PE!-gargalhei, quando ela se agarrou a mim-
-Foi so um peixe amor!
-NÃO, ERA GRANDE!
-Com os seus gritos, ele já deve estar em águas brasileiras de tanto medo!-eu ja estava ficando sem ar de tanto rir-
-Idiota!
-Vamos, me da a sua mão!
-Não quero, vou subir!-se virou-
-Nem pensando!
A segurei pela cintura a puxando para a água, a fazendo afundar, e quando ela submergiu acertou alguns tapas na água depois de se certificar que estava segura quando estava agarrada na escada, acho que ela queria me bater. Enfim, depois de alguma insistência, a convenci de se soltar da lancha e ir comigo ate a areia, claro que eu a ajudei.
-Merda!-reclamou quando ja estávamos na areia-
-O que fo... Humm, gostei!
-Para Bruno, e agora?-cruzou os braços-... Esta transparente!-ela tinha esquecido de colocar a parte de sima do biquine, e estava com uma blusa branca, ou transparente-
-Não estou achando nem um pouco ruim!-sorri-
-Por que voçe e um tarado irredutível!
-Por que eu te acho linda, e no momento então, gostosa pra caralho!... Ainda mais!...-a abracei-... Ja disse que so tem nos dois aqui amor, esta tudo bem!... Vem!
Estiquei a mão para ela, para que saíssemos do sol. Ela parou bruscamente olhando para o mar, e ficou apenas parada observando algo. A abracei por trás, olhando para o mesmo ponto fixo que ela. O horizonte. A sua respiração era calma e ritmada, ela parecia um pouco nostálgica, beijei o seu pescoço, e ela sorriu se encolhendo um pouco.
-O que tanto voçe pensa?-sorriu-
-As vezes eu paro e fico pensando no rumo em que a minha vida tomou, em como as coisas aconteceram!... Como uma menina que foi adotada, maltratada pela família adotiva, que cresceu em uma área não muito favorecida do Brasil, casou cedo demais, aprendeu na marra a viver, sofreu decepções, chorou, mais chorou do que sorriu, mas que soube crescer com cada lagrima!... Eu olho para tudo isso, e... Olha onde ela esta no momento...
-E onde ela esta no momento?
-Ela esta sendo feliz novamente, sorrindo novamente, esta respirando fundo, e enchendo os pulmões de ar puro novamente!-ela se virou para mim-... Amando novamente!-olhou dentro dos meus olhos-
-Quando os nossos caminhos se cruzaram, eu nunca imaginei que poderíamos estar aqui juntos!... Na realidade eu achava isso impossível!... Mas a cada dia que eu te olhava, que eu via o seu sorriso, todas as vezes que eu te provoquei!-sorrimos-... Eu sabia que no fundo eu te queria mais e mais, a cada minuto, e mesmo lutando comigo mesmo contra o que eu estava sentindo, eu não consegui me afastar de voçe, pelo contrario, eu me sentia mais atraído, mais proximo, mais louco por voçe, e eu comecei a me apaixonar muito rápido!
-E eu fico imaginando, e se fosse outra pessoa no meu lugar?
-Eu não consigo imaginar outra pessoa a não ser voçe!-a apertei mais em meu abraço-... Minha Clara!-a beijei devagar, e ela envolveu os seus braços em meus ombros-
-Obrigada por estar me fazendo feliz!
-E o minimo que voçe merece, que eu te faça feliz, ja que voçe esta me fazendo, muito, muito feliz Clara!
-E uma singela troca de favores!
-Eu te amo meu anjo!-lhe dei um selinho longo-...Vamos dar uma volta, esta ilha é linda!
-Vamos, mas se algum bicho me picar voçe vai ver!-sorriu lindamente
-O único que pode, e tem a autorização de te picar aqui, sou eu!-sorrimos-
-Gostei da ideia!
Andamos um pouco pela ilha, e ela ficava encantada com cada coisa diferente que ela via, como algumas flores nativas, pássaros, enfim, eu não conhecia muito destas "coisas" mas eu conhecia cada canto do maravilhoso lugar que nasci, e vivi boa parte da minha vida.
Não tínhamos noção da hora, não tinha ideia do tempo que ficamos ali, so sabia que este lugar, esta paz, estava fazendo muito bem, não só para mim, mas para o mais importante, a nossa relação. Caminhamos de mãos dadas, nos abraçamos, trocamos carinhos, caricias, toques, compartilhamos momentos que sem duvidas levaremos para a eternidade juntos, ja que nem sempre era possível estarmos juntos, e sozinhos.
Entramos um pouco no mar, e ela realmente tinha certo reveio do mar, era ate engraçado de ver as caras e bocas que ela fazia enquanto eu me afastava um pouco, enquanto ela permanecia com a água na altura dos seios.

Ela envolveu os braços na altura do meu pescoço beijando a minha boca devagar. Retribui o seu beijo da mesma forma, enquanto as minhas mãos se perdiam em seu corpo apertando a sua deliciosa bunda. Ela gemeu baixo durante o beijo quando invadi a sua blusa, acariciando a sua pele macia exposta pela água, eu beijava o seu pescoço, os seus ombros, e ela arranhava de leve as minhas costas me deixando cheio de tesão.
-E melhor pararmos por aqui!-disse com a voz arrastada-
-Claro que não, agora que esta bom!
-Voçe sabe onde isso vai parar!
-Sei, sei muito bem, e estou ansioso para isso acontecer!-mordi o lóbulo da sua orelha, e ela gemeu novamente-
-Ao ar livre?
-Por que não?
-Que rapaz ousado!-sorrimos-
-Com voçe?... Sempre!
Voltamos a nos beijar com intensidade, e desejo. As suas mãos puxavam os meus cabelos da nuca me deixando completamente arrepiado, estava sendo impossível resistir, eu precisava ter esta mulher, aqui, e agora.
Ela não estava facilitando muito a minha vida, principalmente quando senti a sua mão me massageando por dentro da bermuda, me mastrubando devagar, me deixando completamente excitado.
-Amor?-ela interrompeu o nosso beijo-
-Hum?-comecei a beijar o seu pescoço-
-Serio, mesmo sendo muito excitante, eu prefiro voltar para o barco!
-Por que?-a encarei-... Não tem ninguém aqui, já disse!
-Eu sei, mas ficarei desconfortavel, e travada!-olhou para os lados-... E estamos em alto mar!-sorri-
-Tudo bem!... A ultima coisa que eu quero, e ve-la desconfortavel!
-Obrigada!-me deu um selinho-... Eu sei que sou muito careta!-entortou os lábios-
-Não tem importância!... Afinal, sabemos como e a areia fina!-sorrimos-
-Entra onde não desejamos, e esperamos!
-Exatamente, e pode te machucar!-me deu um selinho-
Com o meu auxilio já que ela estava mais confiante, voltamos para a lancha.
Ela subiu, e foi em direção a cabine, mas antes que ela chegasse a entrar, eu a segurei pelo braço, a puxando contra mim, a fazendo sorrir, passei a mão em seu rosto, e ela me puxou para um beijo gostoso, e intenso, e ali eu sabia que ela queria continuar a nossa brincadeira. E como eu sempre digo a ela. O seu desejo e sempre uma ordem.
Retirei a sua blusa, a deixando somente com a parte de baixo do biquini. Ela retirou a minha bermuda, me deixando apenas de sunga, e eu a empurrei devagar ate a parte mais interna da lancha, onde me sentei no sofá, a fazendo sentar no meu colo, a nossa vontade de ter um ao outro, e o tesão eram tão intensos que não nos permitiu nem terminar de nos despirmos. Ela apenas retirou o meu pênis da sunga, e eu coloquei o seu biquine para o lado, e logo em seguida a penetrei com vontade, a fazendo gemer alto.
(...)
Depois de um delicioso banho, voltei para a saleta da lancha, e ela estava terminando de arrumar as coisas para comermos, confesso que estava com fome, mas por sorte o Romeo, tinha deixado tudo exatamente como pedi, então o nosso delicioso almoço estava mais do que garantido.
-Voçe esta tão gostosa so de camiseta, e a parte de baixo do biquini!-a abracei por trás-
-Estou parecendo um camarão, vou ficar toda ardida mais tarde!-reclamou, sorrindo-
-Vou te passar mais uma camada de protetor solar!-beijei o seu pescoço já que seus cabelos estavam amarrados em um coque-
-Obrigada!... Vamos almoçar, voçe deve estar com fome!
-Muita!-sorriu-
-De comida de verdade né?
-Sim!-sorrimos-
Arrumamos a mesa do lado de fora para almoçarmos, enquanto precisávamos o mar a nossa volta. Definitivamente estava sendo um dia muito agradável, não poderia estar sendo melhor.
Depois do almoço, nos sentamos um pouco na proa para aproveitar a presença um do outro.
-Ansioso para o show de amanha a noite?
-Mais ou menos!-me deitei acomodando a minha cabeça em sua perna-... E sempre mais tenso quando se vai cantar para a sua família, mas ao mesmo tempo te da mais liberdade, sabe?-sorriu-
-Te compreendo!... Imagino o que deve estar sentindo!-começou a acariciar os meus cabelos-
-Assim eu vou dormir!-sorri-
-Se quiser, depois de ontem voçe deve estar cansado!
-Foi uma loucura!... Pensei que não conseguiríamos sair mais de la!
-Eu fiquei com tanto medo!
-Me desculpa amor, eu tentei ligar, juro que tentei, mas não tinha sinal!
-Esta tudo bem, ja passou, voçe esta aqui, e é o mais importante!-me sentei de frente para ela-
-Pensei tanto em voçe!-sorri-... Sabia que estaria preocupada, e isso me preocupava!-coloquei uma mexa de cabelo atras de sua orelha-
-Meu Deus, como eu sobreviveria sem voçe?-sorriu cinicamente-
-Eu sei que surtaria, por que voçe não vive sem mim!-gargalhou-
-Ate parece!... Voçe nem me faz falta!
-A é?
-É!-sorriu-
-Duvido!-cutuquei a lateral do seu corpo lhe fazendo cocegas, e ela se contorceu-... Voçe me ama!
-Não faz isso!-sorriu-
-Olha, ela sente cocegas?.. É isso mesmo?
-Não. eu não sinto!-tentou prender o riso-
-É mesmo?-sorri-
-Não Bruno, por favor!-segurou os meus pulsos-
-Eu não fiz nada!
-Amor, serio!
-Amor?-sorri novamente entortando a cabeça-
-Não seja malvado!
-Eu sou o amor da sua vida!-gargalhei-
-Bruno!
Voltei a lhe fazer cocegas, e ela não aguentou e começou a gargalhar me pedindo para parar, mas a sua risada era tão gostosa, que chegava a ser prazerosa ouvi-la sorrir. Quando ela estava ainda mais vermelha, eu senti pena do meu amor, e apenas sorri me deitando ao seu lado na proa, a abraçando forte. Era tão bom estar com ela, sentir o seu calor, sentir que estávamos juntos, apreciando, e aproveitando do mesmo momento.
- Domingo, vamos de cap?
- Olha, eu sei que a fi esta "zzzzz", mas e que eu precisava deste tempo de "paz, e calmaria" para os próximos caps, ja no proximo, voes terão uma ideia de o porque esta calmaria toda! kkkkkkkkkkkkkkkk
- Espero que gostem, e ate breve!

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