Sentindo o meu corpo ser tomado por algo diferente, mas que eu sabia que seria vencido, a saudade, o desejo, e tudo que um dia eu senti por este homem, eu simplesmente me entreguei aos seus braços. O abracei com força, o apertando contra o meu corpo, sentindo as suas mãos passearem pelo meu corpo devagar, com certo exitamento, mas os seus toques descreviam tudo o que ele estava sentindo no momento, tudo o que estávamos sentindo no momento.
Misturas, misturas de receio, saudade, carinho, tesão, paixão, amor... Mais uma vez os nossos lábios se tocaram, e desta vez em um encaixe perfeito. Sabe quando sente que algo foi feito para voçe?... Foi exatamente o que eu senti, quando a sua língua invadiu a minha boca novamente, bem devagar, explorando com carinho, e receio a minha boca, mas logo depois se transformando em um beijo delicioso, cheio de saudade desejo, e amor.
As suas mãos passeavam pelas minhas costas com firmeza me mantendo junto a ele. Como senti falta do seu corpo, da sua boca, dos seus braços me envolvendo devagar, deixando as minhas pernas completamente bambas.
Mas infelizmente, eu não sei se ainda confio, não sei se o nosso passado vai nos assombrar para sempre. Definitivamente, quela ocasião, e um evento que jamais saiu da minha mente, do meu consciente, jamais saiu do meu peito, e ela dói, ainda esta ferido, ainda esta sangrando, eu não consigo estar com ele sem me lembrar de tudo o que aconteceu, eu sei que faz anos, mas eu acho que ainda não estou preparada.
Porem, quando dei por mim, já estávamos no sofá, o meu vestido estava na metade das minhas coxas, enquanto as minhas pernas estavam uma em cada lado do seu corpo. As suas mãos estavam perdidas em minhas coxas, quadris, e cintura, enquanto as minhas permaneciam em sua nuca, nos mantendo no beijo que a cada segundo se tornava ainda melhor. Eu preferi deixar acontecer, e depois, eu vejo no que vai dar.
-Que saudades da sua boca, do seu corpo, do seu calor!-disse quando nos desvencilhamos a procura de ar-
-Voçe e um cretino, que ainda me deixa louca!-os meus olhos permaneciam fechados enquanto ele beijava o meu pescoço-
-Então somos dois, por que eu já estou completamente louco de tesão!... Só eu sei como sinto a sua falta amor!-me afastei um pouco do seu corpo começando a desabotoar a sua camisa-
-Seu cheiro, puta merda, ainda e deixa louca!-beijei o seu pescoço, terminando de abrir a sua camisa-
-Como eu quero voçe!-senti as suas mãos invadirem o meu vestido, e logo elas estavam apalpando a minha bunda, me fazendo gemer baixo, rente o seu pescoço-
-Vamos sair daqui, por favor?!-pedi sentindo a minha boca salivar de desejo, e logo sai do seu colo-
-Não, estou com tanta saudades que te quero aqui mesmo!-segurou em minha mão-
-Claro que não, e se alguém...
-Ninguém vai aparecer aqui Clara, só tem nos dois, e a nossa filha no quarto dela!...Não me faça esperar mais um segundo se quer para te ter novamente!!-me puxou mais uma vez para o sofá, mas desta vem me colocando deitada, e se acomodando entre as minhas pernas-... Voçe esta tão excitada, deliciosamente quente!-um gemido baixo ecoou na minha garganta, eu estava realmente muito excitada com ele, não posso negar, sempre fiquei assim com ele-
O meu vestido foi fazer companha a sua blusa em algum lugar no chão da sala, assim como a sua calça, e os nossos calçados. As suas mãos ainda eram firmes, e sabiam deixar uma mulher feliz. Sabiam me deixa feliz, ao menos momentaneamente. A sua boca fazia uma deliciosa trilha de beijos pelo meu pescoço, colo, e seios ainda cobertos pela lingerie, onde ele ficou um tempinho, me instigando por sima do material, ate puxa-lo para baixo, deixando os meus seios descobertos, distribuindo beijos, chupões, e leves mordidas, fazendo o meu corpo se contorcer por baixo do seu.
Estava difícil de me segurar sentindo os seus beijos, alem da sua deliciosa, e sinuosa ereção entre as minhas pernas, roçando em minha virilha sem nenhum pudor, me deixando completamente encharcada de tesão, sedenta por ele, e louca para te-lo o mais rápido possível, ali mesmo no sofá daquela sala.
-Para de me maltratar, isso esta acabando comigo!
-Me deixe matar a saudade do seu corpo!
-Eu preciso!
-Do que voçe precisa amor?
-De voçe, eu preciso te sentir!
-Só eu sei como também preciso disso!
A sua trilha voltou a seguir o tão esperado caminho ao sul do meu corpo, enquanto o meu corpo implorava pelo seu toque, alias, ele implorava de saudades de outra parte mais dura, e deliciosa do seu corpo.
Gemi baixo quando senti a sua boca sobre a renda da minha calcinha, me dando selinhos deliciosos, enquanto a sua respiração me deixava arrepiada, a cada vez que batia naquela especifica parte do meu corpo. A minha boca já estava seca, as minhas pernas estavam bambas, e ele ainda nem tinha me tocado direito, eu estava surpresa, alarmada, e chocada, eu sabia que ele me fazia falta, só não sabia que era a este grau.
Ele estava ajoelhado a minha frente, segurei firme no encosto do sofá, quando senti os seus dedos afastarem a unica peça que nos distanciava, e desferir o primeiro beijo, fazendo a minha pele se arrepiar violentamente, como se eu tivesse acabado de levar um choque muito violento, me deixando completamente sem ação.
Logo a sua língua estava fazendo o delicioso trabalho de me deixar completamente louca de tesão, e desejo. Ela passeava quente e úmida pela região, me deixando de pernas bambas, a medida que o tesão, e o desejo tomava conta do meu corpo. Eu já sentia o suor na minha pele, e o calor do momento me deixando completamente tonta, quando senti ser penetrada com dois de seus dedos de uma vez, me oferecendo uma passagem só de ida para "marte".
Senti o meu corpo aquecer violentamente, e eu ainda sabia exatamente o que vinha depois daquele calor excessivo. O avisei que estava prestes a chegar ao orgasmo, e para o meu desespero, ele acelerou ainda mais os seus movimentos, e em meio aos meus gemidos, e as suas deliciosas investidas com a boca, e os seus dedos, eu logo alcancei o céu, nas mãos do único homem que sabe como me deixar completamente dependente dele.
O meu corpo ainda se recuperava do orgasmo, quando senti a sua boca, e o seu corpo se rastejando sobre mim, ate o meu pescoço, e em seguida a minha boca. Agarrei o seu pescoço, o puxando contra mim, em um beijo intenso, e cheio de entrega. Naquele momento eu era dele, apenas dele, e de mais ninguém, nem minha mesmo eu era.
O empurrei devagar o fazendo se sentar, me levantei, ficando a sua frente, e ele segurou em minhas coxas me puxando para si, me fazendo apoiar as mãos em seus ombros.
-Deliciosa!-ele disse baixinho quando os nossos olhos se cruzaram, e eu me curvei o beijando novamente-
Me coloquei ereta novamente, elevando as mãos para trás retirando a parte de sima da minha lingerie, a deixando deslizar pelos meus braços e cair mo chão. As suas duas mãos seguraram os meus seios, os massageando devagar, e logo em seguida deslizando pelo meu corpo, ele agarrou a barra da minha calcinha, e fazendo deslizar pelas minhas pernas. Uma de minhas mãos se perdeu em seus cabelos quando senti a sua boca em minha coxa, fazendo uma deliciosa e úmida trilha ate a minha virilha novamente. Puxei os seus cabelos o fazendo me olhar, sorri com o canto dos lábios quando ele umedeceu os dele com a língua, da forma mais sexy, e safada que eu me lembrava de nossas deliciosas noites de amor.
Sem desviar os nossos olhos eu me abaixei a sua frente, e a olhos nus, eu vi o seu corpo tensionar, e os seus lábios se abrirem sutilmente, aquele homem estava cheio de tesão, e isso estava me deixando louca de vontade de relembrar de cada centímetro de seu delicioso corpo.
Me acomodei entre as suas pernas, e beijei o seu peito, logo em seguida a sua barriga devagar, descendo aos poucos ate parar na barra da sua linda, e sexy box preta extremamente apertada. Me deliciei ao ouvi-lo soltar a respiração ruidosamente, quando beijei a sua deliciosa ereção por sima da box, desferindo uma leve mordida no lugar, o fazendo segurar em meus cabelos.
Segurei no elástico a puxando devagar, o liberando de todo aquele aparente aperto, e com a sua ajuda, a sua box também foi parar no amontoado de roupas ao lado do sofá.
Ele estava deliciosamente duro, cheiroso, quente, delicioso, e latejante, um verdadeiro convite ao prazer. O segurei devagar fazendo movimentos sutis, apenas para apreciar a sua linda cara de safado, mordendo o lábio inferior.
Comecei dando beijos em seu comprimento, e logo depois passando a linguá, me distraindo um pouco com a glande, apreciando os seus sutis gemidos de prazer, era muito bom saber que ainda o provocava certas sensações.
Apreciei o seu gemido com mais intensidade quando o acomodei em minha boca, fazendo movimentos de vai e vem, ritmados, me deliciando com cada centímetro delicioso da sua ereção.
O acariciei com a minha língua, obtendo ajuda de minhas mãos para que ele ficasse igualmente excitado, mesmo controlando os meus movimentos, queria fazer devagar, e saboreá-lo calmamente, sentindo o seu calor, e a deliciosa sensação de lhe dar prazer.
As suas mãos seguravam firmes nos meus cabelos, quando aumentei a velocidade, o sentindo inchar ainda mais, e latejar de desejo em minha boca.
Ele me avisou que estava proximo de gozar, mas foi devidamente, e lindamente ignorado. Gememos juntos quando o senti explodir deliciosamente doce, e quente em minha boca.

Ainda entre as suas pernas, me inclinei contra o seu corpo, e nos beijamos devagar, sentindo as suas mãos passearem em meu corpo. Senti as mesmas me puxando, e eu logo estava sentada no seu colo, sentindo a sua ereção roçando na minha virilha enquanto nos beijamos intensamente. Eu me movimentava em seu colo devagar simulando uma penetração, enquanto gemiamos entre o beijo, e as suas mãos me apertavam ainda mais.
-Não faz isso comigo, me deixe te sentir!
-Coloca um preservativo!-senti que ele ficou tenso, mas a culpa não era minha, eu tinha que me preservar-
-Eu não transo com mulher nenhuma sem preservativo, voçe foi a ultima!
-A quatro anos atras?
-Pode ate parecer, mas eu não me achei no lixo Maria Clara!-vi uma ruga de frustração se formar na sua testa-
-Shiiii!-selei nossos lábios-... Desculpa!-beijei a sua testa onde tinha se formado a ruga, e ele respirou fundo-... Quebrei o clima?
-Um pouco!-lhe dei um selinho, e me aproximei do seu ouvido-
-E se eu te chupasse de novo?-mordi o lóbulo da sua orelha me movimentando em seu colo, e ele sorriu-
-E só voçe me fazer gozar, e já estará perdoada!-colocou uma mecha de cabelo atras da minha orelha-
-Darei o meu melhor!
-Eu sei que sim!
Me acomodei melhor em seu colo, o segurando para uma melhor penetração, e senti todas as sensações que senti quando fui sua pela primeira vez. O meu corpo travou, as minhas pernas tremeram, a minha respiração falhou, a medida que eu o sentia centímetro por centímetro me invadir devagar, e dolorido. Era como ser sua pela primeira vez, uma deliciosa sensação, e o receio só não apareceu, por que eu sabia que os nossos corpos se encaixavam perfeitamente.
Ele tombou a cabeça para trás, gemendo abafado quando enfim, me completou por inteiro. Me apoiei em seus ombros, me levantando quase saindo do seu corpo, e me preenchendo novamente em uma investida lenta e cheia de desejo, nos fazendo soltar um gemido mutuo.
Comecei a me movimentar em seu colo ainda devagar para nos acostumarmos com os nossos corpos novamente depois de tanto tempo. A cada investida de nossos corpos os nossos gemidos completavam um pouco mais daquela sala.
-Meu Deus, como eu senti falta disso!-disse rente ao meu ouvido-... Como senti falta de voçe meu amor!
-Também senti falta de tudo isso!
-Quente, gostosa, apertada, minha Clara, minha Clarinha!
-Ah, Bruno, me faça ser sua novamente!-segurei em seu rosto com as duas mãos, e ele me encarou-... Me faça sua meu amor!
Como se minhas palavras fossem um gatilho disparado, ele segurou firme em meu corpo, me jogando contra o sofá, e eu senti como se o meu mundo fosse desabar quando ele se acomodou em meu corpo de uma vez, sem do, nem piedade. Ele ainda sabia exatamente como me deixar a sua merce, e ser completamente ele. De seus lábios saiam palavras hora desconexas, e hora excitantes, de exaltação ao nosso sexo, ou amor, ao nosso prazer.
Trocamos de posição, e ele pediu que eu me ajoelhasse no sofá, e assim eu fiz, senti as suas mãos acariciando as minhas costas ate a minha bunda, e logo a sua boca fazendo o caminho contrario ate as suas mãos puxarem os meus cabelos, me fazendo inclinar em sua direção.
-Voçe esta mais gostosa do que nunca meu amor!
-E sou toda sua!... Me fode com gosto!
-Voçe quer que eu te foda?-beijou a minha orelha-
-Sim, muita, muita força!
-Seu pedido sera sempre uma ordem amor!
Sabe quando voçe sente que foi dar uma voltinha na galaxia, e volta para terra na velocidade da luz? Não, isso nunca aconteceu com voçe? Acredite, foi exatamente assim que eu me senti quando ele começou a investir com força, e com vontade assim como eu havia pedido.
Um grito de dor, e prazer saiu do fundo da minha garganta, eu quase rasguei o forro do sofá com as minhas unhas, ele estava ainda mais fodidamente gostoso do que nunca. Os nossos gemidos se misturavam ao barulho do atrito dos nossos corpos, me fazendo recordar de todas as nossas tórridas noites de prazer, de todas as vezes que proporcionamos prazer um ao outro.
As suas mãos seguravam os meus quadris com força, sem me dar o direito de escapar, se bem que esta era a ultima coisa que eu queria no momento.
Senti o meu corpo praticamente entrar em combustão, quando senti os primeiros sinais de um novo orgasmo, a minha pele estava completamente suada, a sala apesar de muito ampla, estava completamente abafada, a nossa respiração já estava ruidosa, e eu sentia o meu corpo dar sinais de cansaço, e exaustão, e eu tenho certeza que ele estava da mesma forma.
-Bruno, ahhhh!
Uma estocada mais forte, me fez chegar a um orgasmo intenso, levando o meu corpo a um estado completamente novo de exaustão, as minhas pernas tremiam, e as minhas coxas tinham espasmos, enquanto ele permanecia a caça de seu prazer, que logo não demorou a acontecer, o fazendo gemer mais alto, e mesmo já tendo chegado ao orgasmo, ele permaneceu em suas investidas. A minha cabeça já estava pesada, e a minha respiração estava mais do que falha, me vi ao ponto de pedir "arrego", mas me mantive firme, ate que chegamos a mais um estagio de prazer.

-Meu Deus, isso foi melhor do que todas as vezes que ficamos juntos!-ele estava sentado no sofá quando me puxou para me acomodar em seu colo depois de um beijo-
-Eu estou exausta!-sorri passando a língua no lábio inferior, onde ele tinha acabado de morder-
-Somos dois!... Voçe e tão gostosa, que não da vontade de parar nunca!
-Voçe sempre foi um pervertido insaciável, assume!
-Com voçe?... Sempre!--beijou os meus lábios-... Eu te amo tanto, e estou tão feliz por estar aqui, por estarmos aqui!
-Também estou!-sera que eu realmente estou?-
-Que bom ter voçe de volta só pra mim, meu amor!
Me ter de volta? Sera que eu realmente estou aqui para ele? Sera que e realmente aqui que eu quero ficar? Sera que não foi só um momento de fraqueza, um momento em que eu sucumbi as suas vontades, e desejos? Sera que estamos indo pelo lugar certo, da forma certa?
Ele falava alguma coisa enquanto o seu braço estava transpassado em monha cintura, quando eu simplesmente me levantei, o deixando com cara de paisagem.
-Vamos tomar um banho, para descansar?-ele sorriu, provavelmente ao ver a minha cara de confusão, que eu sei que estava-
-Eu... -olhei ao meu redor, vi, e senti as lembranças doloridas daquela noite. Não, não iria dar certo ainda era muito forte para mim-... Desculpa!-comecei a recolher a minha roupa, tudo isso ainda me dói demais, pensei que tinha passado, mas me parece impossível!-... Eu preciso ir!-coloquei a minha lingerie dentro da bolsa, colocando apenas o vestido sobre o meu corpo nu-
-Como assim Clara?-ele estava colocando a sua box, e eu parei, respirei fundo, e sorri olhando para ele, diretamente em seus olhos, com o a expressão mais sínica do mundo-
-Eu perdi o costume de tomar banho com alguém, ou se quer dormir com alguém!-constatei que neste momento, ele era a confusão em pessoa-... Eu preciso ir!
-Que porra e esta?
-Eu não posso ficar aqui, não posso dormir com voçe, não posso ficar com voçe!... Eu simplesmente desacostumei, voçe deve saber como e!... E isso aqui, fede a traição<olhei ao redor>
-Acabamos de fazer amor!
-Nos acabamos de transar, não somos nada um do outro para fazer amor, eu sinto muito, mas preciso ir!... Ou talvez não sinta tanto assim!-sorri de canto-
-Quem e voçe?
-Não banque o ofendidinho, voçe já fez isso tantas vezes comigo, e eu nunca me ofendi!-sorri abertamente agora-... Eu preciso ir!
Peguei a minha bolsa, os meus sapatos, e me aproximei dele para me despedir. Iria amigavelmente lhe dar um selinho, mas ele virou o rosto, e eu sorri, e nem mesmo beijei o seu rosto, simplesmente dei meia volta, e sai da sua frente parando na porta logo em seguida.
-De um beijo na nossa filha por mim!-abri a porta e sai batendo a mesma em seguida-
Segui para o carro a passos acelerados, eu não queria voltar atras, ou mesmo dar brecha para ele possivelmente vir atras de mim, se ele falasse uma palavra se quer eu ficaria, eu sei que ficaria. Sei agi da forma mais dura, e sínica possível com ele, mas só eu sei como doeu, só eu sei como me doeu fazer isso, mas eu não posso, não posso simplesmente voltar correndo para os seus braços depois de fazer amor. Eu não posso.
Entrei no carro, e em poucos seguindo me despedi do Dre, saindo de suas propriedade.
Dirigi alguns metros, e comecei a sentir uma agonia estranha, e logo parei o carro proximo a uma calçada, olhei a hora acabara de passar da meia noite, respirei fundo, e vi toda a minha noite passar como um Flashbak. Senti os meus olhos arderem, e uma louca vontade de chorar me assolou de uma forma incompreensiva, eu só queria chorar, gritar, me descabelar. Eu o amava tanto, eu descobri como ainda o amo, e como eu ainda sinto tanto medo de sofrer.
-PUTA QUE PARIUUU!... INFERNO! -desabafei em um grito-... Por que a sua vida tem que esta merda, Maria Clara, voçe e uma fodida do cacete!
Encostei a cabeça no volante do carro e me deixei chorar, me deixei gritar, me deixei desabafar, e soltar tudo o que estava sentindo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário