O dia estava lindo, na realidade a manha estava perfeita, o céu estava incrível, e o rei -sol- estava imperando majestosamente aquecendo as nossas peles.
-Aqui e realmente lindo!-olhei para ela que retirava os óculos de sol, e olhava ao redor-
-Eu disse a voçe que iria gostar amor!-lhe dei um beijo no rosto-
-Voçe tinha razão, estou encantada, e olha que nem saímos do aeroporto ainda!-me ofereceu o seu mais lindo sorriso-
-Vamos, voçe vai ficar na casa da minha família comigo!-entrelacei as nossas mãos-
-Não sei se e certo...
-Pode parando!-fiquei de frente para ela no meio da pista-... Por que não seria certo?... Pelo que me consta, mesmo voçe não gostando deste "rotulo", somos namorados, e eu não vejo problema nisso!
-Eu não conheço a sua família!-vi a insegurança nua e crua em seus olhos-
-Clara!-segurei o seu rosto com as duas mãos-... Voçe e maravilhosa, sera impossível eles não te amarem!
-Jura?-mordeu o lábio inferior-
-Juro, eu não mentiria para voçe!-lhe dei um selinho longo-
Entrelacei nossas mãos, e seguimos para o carro que estava a nossa espera, e para a minha surpresa, o meu tio John, veio para nos levar ate a casa da minha família, e seria bem, afinal, ela já iria os conhecendo desde o aeroporto.
Nos despedimos do resto da turma, ao menos os que vieram conosco, por que alguns decidiram ir para L.A, e só vir para o Hawaii, um dia antes do show.
Depois de cumprimentar o meu tio, e apresenta-la a ele, que claro, a elogiou, e foi super agradável, seguimos nos três, e o Eric, que também iria para a casa da família, encontrar com a Cindiah, e o Liam que já estava la.
O caminho foi ótimo, conversávamos animadamente, enquanto admirávamos o lindo caminho que era do aeroporto, ate a casa.
Parte Clara
Encantada.
Era exatamente esta palavra que me definia no momento. O lugar era lindo, sempre soube que o Hawaii era maravilhoso, mas estando aqui, olhando tudo de perto, ele se torna simplesmente magico.
Era impossível ficar seria perto do Bruno, e eu já tinha notado que esta era uma maravilhosa qualidade da família Hernandez, afinal o tio John era muito espirituoso, e divertido.
O Bruno, tinha pedido ao tio para dirigir, e o Eric, eu estávamos no banco de trás, o tio John tinha pedido para que eu fosse na frente com o Bruno, mas delicadamente eu recusei, e disse que não me importaria de ficar no banco de trás com o meu... Cunhado? Nossa isso ainda e estranho para mim, muito estranho na realidade.
-Vou passar pela orla para voçe ver as praias amor!-sorriu ao me encarar pelo retrovisor-
-Obrigada meu anjo, as praias para mim, e só apreciando mesmo, de longe!
-Não acredito que não gosta de praia Clara?-tio John me olhou como se eu fosse um aliem-
-Pois e, eu tenho certo respeito pelo mar, e não gosto de invadi-lo!... Ate entro, mas só ate certo ponto!
-Vou te fazer perder o medo amor!-sorriu sugestivo pelo retrovisor-
-Tudo bem!-sorri negando com a cabeça-
-Olha Clara, esta e a praia de Kuhio, e uma das mais belas...-Eric, chamou a minha tenção para o seu lado da janela-
-Que linda!-era simplesmente maravilhoso-
As praias sem duvidas eram lindas, o lugar era maravilhoso, o ar era fresco, e puro. As pessoas muito lindas, e pareciam ser muito gentis, ao menos eram extremamente simpáticas, concluo isso pelas pessoas no aeroporto.
A cada minuto que o Bruno, dizia que ia se aproximando da casa de sua avo -a família-, eu ia ficando ainda mais tensa, e receosa, eu não sabia como seria recebida, não sabia se iriam gostar de mim ou não. Mesmo ele tentando me tranquilizar no aeroporto, eu continuava tensa, muito tensa.
-Chegamos!-sorriu ao anunciar, e eu senti o meu corpo gelar, como se eu tivesse entrado em freezer-
A casa era linda, enorme, e simplesmente encantadora, e o melhor de tudo, parecia muito acolhedora.
O problema era eu, estava tensa demais, e parecia que a minha bunda estava colada no banco de trás daquele bendito carro.
Depois de manobrar e estacionar o carro, todos já estavam do lado de fora do mesmo, quando ele olhou ao redor, e percebeu que eu não tinha saído de dentro do veiculo.
-Esta tudo bem?-Perguntou abrindo a porta de trás onde eu estava sentada como uma estatua-
-Se eu falar que sim, voçe acredita em mim?<sorri nervosamente. Porra já fazia 15 anos que eu não passava por algo as de "conhecer a família do namorado" Eu quero desconto-
-Não!-sorriu entrando novamente no carro, e sentando ao meu lado-... O que voçe tem meu amor?-passou a mão nos meus cabelos-
-Medo?... Tensão?... Desespero?... As minhas pernas estão tremendo, e eu não sei o que a sua avó vai achar de ver o neto com uma mulher mais velha, e cheia de carga como eu...
-Ei, calma meu anjo!-ele me abraçou-... A Dona Soledad, e um amor, a vovó vai te amar!... Já não te disse isso no aeroporto?
-Já!
-E Voçe não e velha, para com isso!-sorri-... Vamos entrar?
-Posso te pedir uma coisa ante?
-Claro!
-Me da um beijo?... Não sei quando vou te beijar de novo!-ele sorriu-
-Não?
-Não!
-Eu vou te beijar la dentro, na frente de todos!
-Voçe não e doido!
-Pensei que já me conhecesse amor!-sorriu abrindo a porta novamente, e esticando a mão para que eu saísse, e assim eu fiz. Mesmo me borrando de receio-
Sempre fui assim, sempre tive receio do julgamento alheio, sempre me cobrei demais em relação a isso. Eu pensei que isso tinha acabado, mas hoje, aqui, eu notei que não, e que eu permanecia a mesma insegura de sempre.
Acho que respirei fundo umas mil vezes antes de entrar na casa de mãos dadas com o Bruno, mesmo tendo tentado retirar a minha mão da dele uma centena de vezes, mas ele a segurou forte.
Assim que adentramos a casa, estava um falatório sem tamanho, alem das irmas dele, o Eric, e a esposa, varias crianças falando ao mesmo tempo. Tinham algumas pessoas que eu não conhecia, alias, conhecia através do "Fandom" e eu sabia se tratar de alguns primos, primas, tios, e tias nada de mais, ninguém de "fora" apenas a família. Alem, da dona Soledad, e claro.
Olhando de perto, e ainda mais forte a semelhança entre ela e a dona Bernie, cheguei a me arrepiar, a sua presença naquela casa deveria ser extremamente marcante, e eu senti isso assim que entramos, já que o Bruno, apertou ainda mais a minha mão.
-Peter!-uma das tias dele veio o cumprimentar, e eu soltei da sua mão delicada, e disfarçadamente-
-Clara!-ouvi uma voz bem conhecida-
-Pres!-sorri ao receber o seu caloroso abraço, seguidos de beijos na face-
-Aloha!
-Mahalo?-a encarei receosa-
-Sim!-sorrimos-... Nossa vocês demoraram, o que andaram fazendo para demorar tanto?
-Pres, não deixe a Clara, ainda mais tensa!-ele disse logo atras de nos-
-Tensa, por que tensa?... O único que morde aqui e o Bruno, ele não e adestrado!-sorriu-
-Pres, não fale assim do seu irmão!
Ouvimos uma voz um pouco tremida, mas imponente e decidida, que fez todos se calarem imediatamente, e eu?... Bem, quase me borrei na hora, se com uma frase, geral calava a boca, imagina a autoridade que ela não teria na família inteira?
-A senhora não sabe que ela sempre gostou de implicar comigo vovó?-ele disse quebrando o silencio, e ela sorriu amorosamente para ele-
-O Peter, sempre foi chato!-Pres continuou-
-Cala a boca garota!
-A sorte dele, e que a vovó sempre o protegeu!-Tahiti sorriu ao se aproximar-
-São todas invejosas!-ele sorriu enquanto abraçava a avó-
-Tudo bem Clara?-Tahiti me abraçou carinhosamente-
-Sim!
-Estou vendo um rosto que não conheço!-ouvi novamente a sua voz, e eu sabia que agora o bagulho era comigo, e isso se confirmou quando eu senti todos os olhos da sala voltados a pessoa aqui-
-Esta e a Clara, vovó! -sorriu ao ver a minha cara de panico, e veio ate mim, me abraçando de lado-... Esta e a minha linda namorada!
Okey, agora eu já posso simplesmente cavar a minha própria cova, por que a minha alma já "cantou para subir". Se antes eu estava no Freezer, agora eu fui dar uma volta no Ártico, e me perdi por la. E impressão minha ou a sala esta rodando? Respira Clara, foco, coloca um sorriso no rosto, e seja gentil e muito, muito, muito simpática.
-Ola, muito prazer dona Soledad!-sorri tentando não demonstrar todo o meu nervosismo. Na realidade era pânico mesmo-... E um enorme prazer conhece-la!-me aproximei dela, esticando a mão para um cumprimento-
-Voçe esta pálida minha filha, esta tudo bem?-ela disse naturalmente colocando a mão na minha testa, e eu tenho certeza que fiquei vesga para olhar para a sua mão logo acima dos meus olhos-
-Estou..
.
-Nervosa!-Bruno, completou. Filho da mãe-
-Fica tranquila minha filha, o único que morde aqui e o seu namorado!-estou começando achar que ele e mais perigoso do que demonstra ser-
-Vovó?-todos sorriram, e foi impossível não sorrir também-... A senhora repreendeu a Pres, e faz a mesma coisa?
-Sim, só eu posso falar isso!-sorriu-... Muito prazer minha filha, e muito boa sorte, por que este ai não tem jeito!
-Pensei que eu fosse o mais amado!
-E voçe e meu filho, mas também e o que mais apronta, vamos ser realistas!... A vovó te ama, mas voçe e muito arteiro!-ela me encarou, e eu gelei novamente-... Seja muito bem vinda a família, minha filha!
-Obrigada dona Soledad...
-Pode me chamar de vovó também!
Me abraçou forte, e eu senti vontade de chorar. Era um abraço tão bom, tão confortante, era um abraço de vó mesmo, sabe aquele abraço que te completa, e te faz sentir em casa? Este era o abraço da dona Soledad, ou melhor, da vovó.
(...)
Estávamos todos na sala em uma conversa paralela. Eu já tinha falado melhor com a Cindiah, já que eu falei muito rapidamente com ela enquanto estávamos em Vegas, e ela tinha sido muito simpática, aqui então, nem se fale.
O Bruno já tinha me apresentado a todos os presentes, e disse que era só a metade da família. Estávamos sentados lado a lado, observando a todos conversarem animadamente, enquanto eu tentava me lembrar quando tinha sido a ultima vez em que eu estive em uma "reunião" de família, e a resposta era simples. Eu não tinha mais ninguém alem da minha irma, do Edu, e do... Bem, agora não tenho mais ele, eu preciso me acostumar que para mim ele não existe mais, que ele e uma das piores coisas do meu passado. Quero me convencer que ele não existiu, nunca existiu.
-Esta mais calma?-a sua voz suave me tirou dos meus sombrios pensamentos, me devolvendo a luz-
-Sim!-abri um grande sorriso-
-Que bom!-passou o indicador no meu queixo-... Voçe deve estar cansada, vamos subir um pouco, eu estou louco para tomar um banho!
-Por favor!-sorri novamente-
-Vovó, eu e minha namorada ficaremos no mesmo quarto não e?
-Sim, meu filho!
-Vamos subir, eu preciso de um banho!
-Não se atrasem para o almoço!
-Pode deixar!
Mais uma vez ele atou as nossas mãos, e seguimos para o andar superior, enquanto ele me apresentava por alto a casa em si.
Entramos no quarto que era dele, e a sua excentricidade estava detalhada em cada canto do quarto, em cada local tinha um pouco de si, um pouco do seu jeito, e dos seus gostos.
-Esta gostando?-perguntou assim que eu me sentei na sua cama-
-Estou, o lugar e maravilhoso!... Muito obrigada!
-Imagina meu amor!-sentou ao meu lado-... Vamos tomar um banho, quero te levar em um lugar!-bateu na minha coxa-
-Vai na frente, que eu vou pegar uma roupa na mala!
-E o aquecimento global?-me encarou seriamente-
-Hum?
-Precisamos economizar água amor, e banho junto e sempre bom!!-me puxou pela mão, fazendo os nossos corpos se chocarem-
-E melhor não!
-E uma ótima ideia, e vamos logo antes que a Vovó bata na porta do quarto!
-Ela faria isso?-o encarei sorrindo-
-Não duvide dela!
-Adoro a sua vó!-gargalhei-
-Palhaça!
Tomamos um banho gostoso, com muitos toques, na realidade nos demos banho, e foi muito bom.

Quando descemos a mesa estava cheia, tanto de comida, como de pessoas, era muito legal ver todos reunidos, era muito falatório, mas muito legal.
Ajudei a Jaime a controlar as crianças, e a coloca-las comportadas na mesa para o almoço, e mesmo sem me conhecerem, elas me obedeceram perfeitamente.
O almoço foi maravilhoso, ele me explicou o que era cada prato servido, cada bebida, sobremesa, foi super atencioso, e carinhoso comigo, sem duvidas eu não poderia querer estar em melhor lugar no momento.
-Voçe esta radiante!-sorriu colocando uma mecha de cabelo atras da minha orelha-
-Estou feliz!
-Gosto de te ver assim amor!
-Eu gosto de estar assim-sorri, e ele me deu um selinho, que eu aposto que me deixou completamente vermelha, pois o meu rosto esquentou violentamente, afinal todos nos olharam-
-Já terminou?
-Já!
-Nos vamos dar uma saída!-ele anunciou chamando a atenção de todos-
-Tudo bem, se cuidem!
-Pode deixar vó-pedimos licença, e nos levantamos da mesa-
-Pra onde vamos?-perguntei enquanto saímos pela porta-
-Passear!... Quero te mostrar alguns lugares, e aqui perto mesmo, vamos andando ate!
-Voçe não esta cansado?
-Quando estou aqui, parece que não me canso nunca, fico elétrico!-me deu um selinho antes de sairmos pelo portão principal da casa-
-Ainda bem que estou de chinelos!
-Só assim para ver que sou mais alto que voçe!-sorriu-, elevando um pouco os pés ficando mais alto-
-Nunca meu querido, conviva com isso, eu tenho 1,66!-me gabei-
-O que significa 1 centímetro?-sorriu ao me encarar fazendo o numero um om a mão-
-Significa que eu tenho 1,66 e voçe 1,65!
-Não tem graça conversar com voçe!-fingiu ficar emburrado, olhando pra o outro lado-
-Não fica assim!-parei no meio do caminho o fazendo me olhar, e me aproximei para beija-lo, mas recuei-
-O que foi?-me questionou com as mãos no meu quadril-
-Estamos no meio da rua!-olhei para os lados-
-Foda-se!-me deu um selinho demorado, muito demorado na realidade-

-Sabia que me deixou louca de vergonha, quando me beijou na frente de todos a mesa?
-Vai se acostumando, estamos em casa, relaxa!
-Voçe precisa parar de me mandar relaxar!
-E só voçe passar a ser uma pessoa mais zen...
-Eu tento, mas e mais forte do que eu!-sorrimos-
-Estes dias aqui, vão nos fazer bem amor!
-Eu sei que sim!... Estar ao seu lado, sempre me faz bem, e estando aqui então!
Ele não disse absolutamente nada, apenas soltou a minha mão envolvendo o seu braço no meu pescoço, enquanto voltamos a caminhar pela rua lindamente arborizada na orla de Honolulu.
Ele me levou em alguns lugares que ia quando era mais novo, me mostrou algumas lojinhas, e me apresentou a algumas pessoas conhecidas que cruzavam o nosso caminho por acaso. Mas o lugar mais bonitinho, e interessante que ele me levou foi em uma sorveteria, ela era simples, mas muito acolhedora, não parecia lugar que alguém como ele frequentaria. Se bem que eu no momento isso não tinha nada a ver, afinal, alguém como ele, estava de bermuda camiseta e chinelo de dedos, assim como eu. Simplesmente a vontades, nos sentindo em casa.
-Vai querer de que?-paramos na vitrine de sorvetes-
-Nossa são tantos, nem da para escolher!
-Vamos ver!... Tem de alcaçus!-entortou os lábios-
-E preto?-sorri-
-Parece que sim!
-Nossa que lindo!-sorri-... Pena que eu não gosto de alcaçus, eu passo, obrigada!
-De kiwi, deve ser bom!
-Já vi picolé de kiwi, mas sorvete!... Deve ser bom!
-Ainda não experimentei este!
-Pode experimentar se quiser!-uma tendente cheia de dentes parou a nossa frente-
-Aceito, obrigado!
-Temos este que estava olhando, o de Kiwi!-ela pegou apenas uma colher, e o serviu, eu desviei o olhar dela com um meio sorriso, e voltei a minha atenção a vitrine enquanto a "assistente de dentista" explicava de onde vinha o caralho do sorvete-
-Experimenta amor, e uma delicia!-ele tinha tomado só um pouco e me deu o restante-
-Muito bom!-tomou idiota, vai exibir a sua dentadura nova pra outro-
-De que e este?-ele perguntou-
-E de manga, ele e servido com salada de frutas!
-Olha Clara, acho que voçe vai gostar deste!-sorriu-
-E este mesmo que eu vou querer!
-Eu quero de Rum!
-Alcoólatra!-impliquei-
-E gostoso!-se defendeu. Ele me abraçou, beijando o meu rosto, e sorrimos-
Depois de servidos seguimos para uma mesa reservada com os nossos sorvetes, e nos sentamos lado a lado.
I Wanto You cee-lo Green começava a tocar no ambiente enquanto terminávamos de nos acomodar na mesa, sinceramente eu curto muito o Cee-lo, as musicas dele eram maravilhosas, ainda mais as parecerias deles, eram impecáveis, impossível escolher a melhor. Mas esta que estava tocando era simplesmente maravilhosa.
E eu quero que você fuja comigo e experimente algo novo
Qualquer coisa que você já tenha feito apenas não vai fazer
Eu quero você
E eu quero você para verdadeiramente e sinceramente também me querer
Você pode acreditar em meu bebê
Não seja cruel
Porque eu quero você
Será uma viagem para uma ilha remota alivie sua mente
Ah, você parece como cada solitário brilho do sol
Eu gosto dela porque ela é divertida
E ela tem medo de nada
Ela é minha amiga
É por isso que eu quero que você fuja comigo e experimente algo novo
Qualquer coisa que você já tenha feito apenas não vai fazer
Eu quero você
E eu quero você para verdadeiramente e sinceramente também me querer
Você pode acreditar no meu amor, não seja cruel
Porque eu quero você
Oooh ...
-Eu gosto daqui, me trás boas lembranças-por um momento ele não estava mais ali-
-Boas?
-Sim!-sorriu-... Eu trazia todas as meninas que queria beijar aqui!-ele sorriu, e eu gargalhei largando a minha colher no potinho-
-Voçe me trouxe no seu matadouro publico?-o encarei ainda sorrindo-
-Não disse que eram as meninas que eu beijava, era somente as que eu queria!... As vezes só "morria" no dinheiro do sorvete!-olhou para o seu pote sorrindo, provavelmente com a sua lembrança-
-Impossível!
-E serio!
-Voçe sempre teve um sorriso lindo desde pequeno, na realidade voçe sempre foi lindo desde sempre, era impossível não conseguir a menina que quisesse!-disse e ele juntou as mãos em uma prece-
-Obrigado!-sorriu-
-O que foi?
-Voçe não viu as minhas fotos do tempo de escola!
-Engano seu amor!... Eu acho que já vi todas as suas fotos, inclusive as da sua época de escola sim, e voçe sempre foi lindo!
-Ainda bem que o amor e cego-puxou o meu queixo para um beijo-
-Eu preciso concordar!
-Voçe e linda!
-Voçe também, e sabe muito bem disso!... E não e de hoje!
-E, talvez!-sorriu convencido-
Terminamos o nosso sorvete, e voltamos a caminhar um pouco, a conhecer um pouco mais da linda cidade de Honolulu, e nada melhor do que ele como guia turístico.
Paramos um pouco para ele tirar fotos, com algumas fãs, algumas me olhavam torto, e outras apenas sorriam. E claro teve as perguntinhas:"Ela e sua namorada?" Ele apenas sorria em meio as fotos, ou enquanto dava algum autografo, despistava, e no final agradecia, e íamos embora.
-Por que voçe ficou mudo quando perguntado sobre mim?-perguntei quando já estávamos voltando para casa-
-Por que quero que realmente esteja pronta!... De certa forma, andando assim, estamos assumindo o nosso relacionamento, mas eu quero que voçe realmente esteja preparada, sem se sentir tão insegura como eu sei que esta!
-Obrigada!-disse apenas entendo a sua proteção-
-Imagina amor!
(...)
-Ainda bem que chegaram!<-Pres estava bem "feliz"-
-O que foi?
-Fomos convidados para um luau, e claro vocês vão!
-Não estou a fim Presley!-disse de imediato-
-Tudo bem, a Clarinha, vai conosco!-segurou em minha mão já me puxando-
-Nem vem com esta de "Clarinha, vai conosco!" pode parando!-me puxou de volta, okey eu estava me sentindo em um cabo de guerra-
-Então para de ser chato, e vamos, ainda da tempo de se arrumar, sera ótimo, e a Clara vai amar!... Para de ser chato Peter!-sorri-
-Vamos amor, deve ser legal!-o encarei segurando em sua mão, e ele respirou fundo-
-Estou cansado!-entortou os lábios-
-Vamos fazer assim, voçe descansa um pouco enquanto eu tomo banho, e me arrumo, e depois voçe se arruma com calma, e vamos, nem precisa ficar muito tempo se não quiser!
-Eu prefiro economizar tempo, e água novamente, mas desta vez... Com um pouco mais de animação!-disse rente ao meu ouvido, e eu sorri-
-Voçe e nojento Peter!-Pres fez cara de nojo se afastando-
-Eu não fiz nada...
-Ainda!-disse enquanto saia da sala-
-Vamos pro quarto?-sorrimos-
-Vamos!
Nem bem tínhamos entrado no box, e o nível de excitação já estava nas alturas, ele me beijava com carinho, deixando as suas mãos passearem livremente pelo meu corpo molhado, enquanto as minhas mãos puxavam os seus cabelos levemente úmidos, com vontade e prazer.
Senti uma de suas mãos na parte de trás da minha coxa, a elevando na altura do seu quadril, me permitindo sentir o quanto ele estava empolgado naquele momento, e me deixando louca de vontade de senti-lo o mais rápido possível. Os nossos corpos estavam quentes, e cheios de desejo, eu o queria, e ele me queria. Assim as suas palavras era entoadas formando eco nas paredes do box.
-Minha Clara, como eu te amo!... Não quero nunca ter que pensar em te perder novamente!
-Voçe não vai meu amor, eu sou sua, eternamente sua, mesmo quando não estivermos mais juntos, eu serei sempre sua!
-Não fale isso!-a sua testa encostou na minha-... Não quero nem pensar nisso!... Eu só quero ter voçe agora, ter voçe, e saber que e minha, que sempre sera minha!
-Me tenha, eu sou completamente sua!

As suas mãos puxaram os meus cabelos molhados, enquanto os seus lábios me beijavam, chupavam, e me mordiam devagar me proporcionando um tesão absurdo.
O seu pau extremamente duro estava roçando na minha coxa, deixando a minha virilha completamente encharcada, e sedenta por ele, sedenta pelo seu toque, e caricias que me deixavam completamente sem chão.
Ele me virou de costas para ele colocando o meu cabelo de lado lhe dando total acesso ao meu pescoço, onde ele permaneceu mordendo, e beijando devagar, fazendo um delicioso carinho com a ponta da língua me deixando ainda mais excitada. Segurei a sua ereção com força o masturbando devagar, arrancando alguns gemidos de sua deliciosa boca.
Não demorou muito para que sentisse o meu corpo quase que prensado no vidro frio do box, quando senti ser penetrada com vontade, me fazendo gemer alto devido ao susto, e ao delicioso prazer que senti em seguida. Os seus movimentos que tinham começado lentos, estavam acelerados, quase alucinantes, deixando o box completamente abafado, embaçado, e quase impossível de se respirar.
O meu corpo estava arrepiado, as minhas pernas tremiam, e a minha cabeça estava completamente imóvel conforme ele segurava os meus cabelos com força.
-Caralho, que delicia!... Gostosa, apertada, quente, paraíso-senti as suas curtas unhas enterradas no meu quadril-...Ah, amor como eu te amo!
-Eu também te amo Bruno!-segurei a sua mão com força, eu já estava completamente entregue, pronta para ser sua-
-Voçe vai gozar pra mim amor?
-Vou, estou quase...
O meu corpo quase entrou em combustão quando cheguei ao orgasmo, por sorte estávamos em baixo do chuveiro, para retirar o suor, e resfriar o meu corpo, pois ele estava extremamente quente, e tremulo.
-Clara!
Ele gemeu o meu nome quando chegou ao orgasmo, se retirando do meu corpo, me dando a oportunidade de me virar, e apreciar a sua linda carinha de desejo, pós gozo.
Nos acariciamos devagar, e terminamos o nosso banho nos tocando com carinho, e atenção.
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