O avião tinha acabado de se estabilizar no céu, e enquanto ele levantava voo, eu acabei grudando no braço do Bruno, devido ao cagaço que eu tinha adquirido de andar de avião, e claro, isso já foi motivos para mais gracinhas vindas dele.
-Me agarrar em publico faz perto do nosso relacionamento aberto?<sua voz soou baixa rente ao meu ouvido enquanto a aeronave ainda subia>
-Não!<apenas sorri>... Fica quieto!<resmunguei e ele apenas sorriu>
Todos estavam bem cansados, e logo de cara a maioria já tinha pego no sono.
Eu estava quieta tentando me concentrar, e tentar ignorar as vezes que ela balançava no céu, devido ao tempo não estar 100% firme. E claro tentando me aquecer, pois mesmo dentro da aeronave, eu estava sentindo frio.
O Bruno estava meio inquieto, parecia que estava incomodado com alguma coisa, ele não parava de se mexer, e a todo momento ficava mexendo em algo movimentando as cadeiras. E sinceramente aquilo já estava me tirando do serio.
Evitávamos ficar nos falando demais em publico, para não dar bandeira a ninguém sobre nos dois, e por isso costumávamos nos tratar normalmente, como simplesmente chefe e funcionaria. Mas e claro, com um "profundo" toque de amizade.
-Esta tudo bem?<perguntei um pouco mais baixo>
-Sei la, estou sentindo uma leve pressão na garganta, acho que vou ficar gripado!
-Você tem tomado as vitaminas?<disse colocando a mão na testa dele para ver a temperatura. Coisa de mãe>
-Claro!... E eu não estou com febre Clara!<sorriu segurando em minha mão, a retirando de sua testa>
-Desculpa, e força do habito!<lamentei>... Mas esta um frio ingrato, você deveria se agasalhar mais!<comentei pois ele estava com apenas uma blusa de frio>
-Estou acostumado!
-Nossa, não sei como, eu estou congelando!
-Vou pegar um edredom que eu uso para dormir la atrás!<se levantou>
Olhei pela janela e vi umas nuvens muito carregadas, senti um aperto no peito quando um raio atravessou uma delas, fechei rapidamente a persiana, e em seguida o vi se sentar novamente ao meu lado, com um edredom preto em mãos.
-O que houve?<perguntou enquanto nos cobria com o tecido>
-Eu vi um raio!<a minha voz estava um pouco tremula>
-Relaxa Clara!<sorriu>... Desde que aconteceu aquela turbulência na primeira viagem, você sempre fica tensa quando temos que voar!<disse olhando ao longo do corredor>
-Eu sei, e tenho tido pesadelos também!<disse e senti ele se virar para mim, colocando um braço sobre os meus ombros>
-Pesadelos também?... Esta pior do que imaginei!<disse e senti ele beijar o meu pescoço>
-Para Bruno, estamos em publico, e o seu irmão esta na cadeira ao nosso lado no corredor!<disse sussurrando>
-Estão todos dormindo!<disse rente ao meu ouvido>... Ninguém vai ver, ou ouvir nada!<senti a sua mão na minha coxa por baixo do edredom>... E outra, eu só quero te beijar, mais nada!<disse puxando o meu queixo, para um beijo>
Me ajeitei na poltrona enquanto aproveitávamos de um beijo calmo, e silencioso, eu quase não respirava para não entregar o que poderíamos estar fazendo. Senti a sua mão novamente na minha coxa, a apertando com vontade entre as minhas pernas. Não deveria ter vindo de vestido. Senti a sua mão o invadir ainda mais o tecido, e quando senti os seus dedos já tocavam a minha virilha, respirei fundo quebrando o beijo.
-O que você esta fazendo?<perguntei me sentindo entorpecida pelos seus lábios>
-Nada de mais!<senti a palma da sua mão inteira entre as minhas pernas>... Só estou com saudades de você!<senti a sua respiração bater rente ao meu ouvido me fazendo arrepiar>
-Não sei de onde sai tanto fogo, você passou a noite com duas!<saiu intencionalmente, não queria tocar neste assunto novamente>
-Quem te disse que eu passei a noite com duas?<me encarou retirando a mão de onde estava>... Tenho certeza que não foi bem isso que voçe ouviu!<sua expressão era seria agora, ele parecia estar contrariado>
-Vai negar?<sustentei o seu olhar>
-Vou!<afirmou completamente seguro>... Pelo que eu saiba, sai da boate e segui direto para o hotel... E sozinho!<disse e eu o olhei fingindo estar desconfiada>... Quer que eu confirme isso com alguém na sua frente...
-Não precisa disso, Bruno!<sorri, mas ele não>... Não temos nada serio, você não me deve explicações!... Só perguntei de onde sai tanto fogo, mais nada!<sorri mordendo o lábio inferior, não posso negar que estava gostando de tudo aquilo>
-A culpa não e minha, se sempre que estou ao seu lado quero te tocar, te beijar, e muito mais!<voltou a beijar o meu pescoço parecendo mais relaxado>
-Eu acho melhor pararmos por aqui, alguém pode ver!<os meus olhos já começavam a se fechar>
-Confie em mim, eles estão moídos, não acordam nem se o avião começar a cair...
-Não fala isso nem de brincadeira!<alterei um pouco a voz>
-Shiii!<sorriu>... Desculpa, desculpa Clarinha!<sorriu voltando ame beijar>
Senti uma de suas mãos me puxar contra si, fazendo com que ficássemos o mais próximos possível, mesmo tendo a divisória das poltronas. Envolvi a sua nuca o puxando ainda mais contra o beijo, me arrepiei, e segurei um gemido baixo, ao sentir a sua mão voltar a seguir o caminho entre as minhas pernas.
Enquanto sentia a sua boca em meu pescoço, confesso que lutei contra o meu corpo para manter os olhos abertos, e vigiar para ver se ninguém iria nos ver ali naquela situação, e vigiar principalmente o Eric, que estava na poltrona ao nosso lado, tão proximo, que se eu esticasse o braço, era capaz de conseguir toca-lo.
Uma de suas mãos apertou o meu seio, me fazendo morder de leve o seu pescoço para não gemer. A sua boca voltou ate a minha em um beijo rápido, e cheio de vontade, senti uma de suas mãos segurando a minha, e a encaminhando ate a sua ereção, que estava mais do que aparente. Soltei o ar pesadamente quando o apertei com um pouco de pressão, sentindo um gemido baixo, e muito contido sair dos seus lábios.
-A primeira coisa que vou fazer quando chegarmos ao hotel, e transar com você Clarinha!... Estou com muita saudade da sua boca, e do seu corpo deliciosamente apertado, me deixa louco de tesão só de lembrar como e bom fazer sexo com você!<mordiscou a minha orelha ao dizer>... Me deixe tocá-la?<pressionou a minha virilha insinuando onde ele queria me tocar>
-Aqui não, por favor!<pedi>... Eu não vou conseguir ficar muda!
-Geme na minha boca Clarinha, mas me deixa te tocar?
-Não!<mesmo sentindo o meu corpo responder a cada indireta, ou pedido, eu fui firme>
-Porra!<reclamou>... Então para de ficar me apertando!<sorriu maliciosamente, e só ai notei que a minha mão ainda estava no sua ereção>
-Voçe me deixa completamente sem noção!<sorri>
-Eu sei, mesmo através da sua calcinha, e esta meia grossa eu consegui sentir que esta deliciosamente molhada!<voltou a beijar o meu pescoço>... E voçe pode segurar, mexer, apertar, lamber, chupar, fazer o que você quiser com "ele"!<mordeu a minha orelha novamente>
-No hotel... <disse e vi de relance a mão do Phill se apoiar na poltrona, e em seguida começar a se levantar>... O Phill, me larga!
Nos afastamos rapidamente, nos ajeitando na poltrona, por sorte estávamos cobertos pelo edredom. Eu comecei a mexer no celular fingindo olhar qualquer coisa, nem reparei o que o Bruno fez, eu só me preocupei em ele não ter visto nada.
Ele passou pela nossa poltrona, falou algo que não prestei atenção com o amigo, e em seguida continuou o seu caminho, pelo que notei ate o banheiro. Assim que ouvi a porta fechar, sorri aliviada.
-Louco!<disse sem olhar para ele>
-Gostosa!<puxou o meu queixo e me beijou>... Vamos passar a tarde inteira fodendo gostoso!
-Eu vou trabalhar...
-Eu sei que você vai!... E muito!<sorrimos>
Depois que o Phil, retornou para o seu lugar, eu olhei as horas e constatei que ainda faltava mais de uma hora para chegarmos a Espanha, parecia que estávamos a horas voando. Me acomodei na poltrona, e puxei um pouco mais o edredom para cima, eu ainda estava com um pouco de frio, mas não tanto como antes. Senti o seu braço envolver o meu ombro novamente, mas desta vez, apenas apoiei a cabeça, me acomodando da melhor forma possível.
-Ainda esta com frio?<perguntou de forma branda>
-Não muito, deu para dar uma aquecida!<me referi ao que estávamos fazendo antes de sermos interrompidos, e sorrimos>
-Que bom, quando chegarmos na Espanha o frio vai passar completamente, eu juro!
-Tomara, sou alérgica ao frio!<sorrimos>... Esta animado para o Super Bowl?<mudei completamente de assunto>
-Muito, isso e uma conquista muito grande, e maravilhoso!
-Lembra quando eu te disse que você estava no topo do mundo?
-Lembro, e eu disse que não me sentia la!
-Eu disse que você iria se sentir, se sente agora?
-Bem próximo!<sorrimos>

-Acreditamos em você Bruno!... Serio agora, falando como uma fã, e admiradora!<o encarei, e ele sustentou o meu olhar>... Você e o nosso orgulho, temos uma admiração enorme por você, e saiba que voçe e especial, e importante para cada um de seus fãs, cada um tem uma historia diferente em que voçe faz parte, ou que voçe seja o centro dela!... Conheço meninas que já entraram em briga com amigos, estranhos, ou que pararam de falar com alguém da família por culpa sua!
-Isso e muito louco...
-Isso e amor!... Nos te amamos!
-Isso foi uma declaração de amor Clara?<estreitou os olhos>
-De fã?... Sim!<sorri>
-Esta valendo!<segurou o meu rosto me dando um selinho>... Eu amo todas vocês, sem exceção
-Sabemos disso!<voltei a me acomodar em seu ombro>
O Restante da viagem foi tranquila, permaneci recostada em seu ombro, e ficamos conversando naturalmente, sem nada de caricias, ou coisas do tipo, apenas bons amigos.
Quando chegamos na Espanha, estava fazendo sol, estava frio, mas estava fazendo sol. O hotel era lindo, e tinha uma bela vista, parecia ser um ambiente muito agradável. Decidimos almoçar antes de irmos para o quarto, por que muitos, assim como eu, não tinham tomado nem café da manha antes da viagem.
O almoço foi como sempre, regado a muita conversa, e brincadeira, mesmo depois de horas de viagem, e dormindo tortos na poltrona de um avião, eles conseguiam estar completamente animados. Nos acomodaram em uma mesa tão grande, que comportava toda a equipe, e ainda sobrava alguns lugares.
Depois do almoço, eu fui para o quarto, iria começar a arrumar as coisa, e me instalar. Separei a minha roupa, pois iria tomar um banho para retirar a preguiça da viagem, e ver se aproveitava a tarde para trabalhar um pouco, mesmo não tendo material, afinal estava bem adianta, eu iria e dar uma relida, para concertar alguns possíveis erros.
Entrei no banheiro e fiquei o admirando por alguns segundos, ele era lindo, só não ganhava para o de Dubai, alias, acho que nenhum hotel ate hoje, ganhava no luxo, e na sofisticadão do hotel de Dubai.
Decidi por uma ducha, por que eu queria ficar preguiçosamente deitada naquela cama perfeita, que eu nem tinha sentado para só depois me acomodar perfeitamente nela, e quem sabe ate dormir um pouquinho. Durante o banho ouvi um barulho estranho, desliguei o chuveiro, mas não ouvi mais nada, pensei ser coisa da minha cabeça, e acabei deixando de mão. Sai do Box depois de alguns minutos, me sentindo mais relaxada. Tinha deixado a minha roupa no quarto, apenas hidratei a minha pele ainda no banheiro, e me envolvi no roupão, saindo em seguida.
-MEU DEUS, COMO VOCÊ ENTROU AQUI?<coloquei a mão no peito>
-Pra que gritar, ate parece que nunca me viu!<disse calmamente, e completamente espalhado na minha cama, a MINHA cama que eu ainda não tinha nem sentado>
-Te ver, eu já te vi, e saber que e abusado?... Eu já sabia! Mas voçe ainda não me respondeu, como voçe entrou aqui, Bruno?<o encarei>
-Chave!<me mostrou um cartão chave em sua mão, olhei para o lado, e o meu cartão chave estava na cômoda>
-Não sabia que a SUA chave, abria a porta do MEU quarto!
-E não abre, esta e uma copia da chave do seu quarto, que eu pedi na recepção!<sorriu>
-Isso e muito abuso sabia?
-Não fica assim!<se levantou vindo ate mim>... Fiz uma do meu quarto para você!<colocou a sua chave ao lado da minha na cômoda>
-E para que eu quero uma copia da chave do seu quarto?<sorri divertidamente>
-Não sei, vai que voçe sente a minha falta de madrugada?
-Voçe e muito petulante sabia?<sorri>
-Eu sei!<disse e puxou o laço do meu roupão, fazendo com que ele se abrisse um pouco, cobrindo apenas os meus seios>... E eu sei que você gosta da minha petulância!<sorriu maliciosamente passando o indicador entre os meus seios deslizado pelo meu corpo, me fazendo arrepiar>
-Eu simplesmente adoro a sua petulância!<disse segurando na barra da sua camisa e a puxando retirando do seu corpo em seguida>

Ele deslizou as mãos pela minha cintura me puxando para um beijo quente, e cheio de vontade. A sua boca faminta passeava pelo meu pescoço, dando leves mordidas, me fazendo gemer baixo rente ao seu ouvido . Espalmei as minhas mãos em suas costas, o arranhando de leve, sorri ao ouvi-lo gemer baixo rente ao meu ouvido. Desviei as minhas mãos ate o seu cinto o desatando com pressa, enquanto a sua boca deslizava pelo meu colo, e em seguida já sentia os seus beijos, chupões, e mordidas nos meus seios. Consegui fazer com que a sua calça alcançasse os seus pés, e logo ele se desfez da peça com facilidade, já que estava descalço.
As minhas costas bateram na parede, e em seguida senti as suas mãos nos meus ombros, e no segundo seguinte o meu roupão estava no chão. Senti a sua boca na minha, e a sua mão na minha virilha, os seus dedos no meu clitóris o massageando devagar fazendo o meu corpo se arrepiar. Segurei em sua nuca com as duas mãos, intensificando o beijo, mantendo um ritmo perfeitamente incrível. Ele sabia me dar prazer na medida certa, me fazer gemer, gritar, me deixar completamente a sua mercê.
As suas mãos me viraram de costas para ele, prensando o meu corpo na parede, uma de suas mãos segurava em um dos meus seios, enquanto a outra passeava pela lateral do mesmo. A sua boca estava em meu ombro, senti ele jogar os meus longos cabelos para a lateral do meu corpo sobre os ombros, e a sua boca beijou a minha nuca no segundo seguinte, me deixando completamente sem ação.
A sua ereção estava sendo prensada sem nenhuma delicadeza contra a minha bunda, e sentir o seu volume roçando contra o meu corpo, me deixava louca de ansiedade. Coloquei uma de minhas mãos para trás puxando a sua box para baixo com vontade o fazendo sorrir.
Me virei de frente para ele quando me vi livre, e não senti mais o seu corpo colado ao meu, ele estava colocando um preservativo. Ele olhou em meus olhos, oferecendo-me a sua cara mais safada, me fazendo morder os lábios ansiando pelo seu toque.
Estiquei a mão em sua direção, segurando na corrente em seu pescoço, sem puxar com força, apenas o fazendo se aproximar de mim, sem perder o contato com os seus belos olhos amendoados, que neste momento pareciam mais escuros do que o normal.
Seguimos para a cama, ele fez com que eu me deitasse, se acomodou entre as minhas pernas, espalmou a mão em uma das minhas coxas, enquanto sentia os nossos lábios completamente grudados. O senti roçando na minha entrada, me deixando na ânsia do seu prazer.
-Você me quer Clarinha?<questionou-me rente ao ouvido mordiscando a minha orelha>
-Quero, muito!<respondo no mesmo tom passando as unhas nas suas costas>
-Quanto você me quer?
-Muito, você não tem noção de como!<o senti começar a me penetrar devagar, introduzindo apenas a glande, me fazendo gemer>... Mais!
-Mais?
-Muito mais, por favor!<supliquei, e o senti um pouco mais>... Não me torture!
-Lembra que eu disse que não seria tão bonzinho com você esta manha, Clarinha?<disse saindo por completo do meu corpo>
-Mas não precisa torturar!<o encarei, e ele sorria>
-Ai que esta a graça querida, você fica tão linda cheia de tesão quando faço com força...
Senti o meu corpo travar quando o senti completamente dentro de mim, com força, e do jeito que só ele me faz gritar. Porem desta vez, nem mesmo o grito saiu devido a surpresa da sua investida, que se repetiu algumas vezes. O meu corpo estava extremamente quente, os seus movimentos estavam ritmados, e deliciosamente prazerosos.
Depois de alguns minutos de tortura nesta posição, ele sentou na cama me fazendo sentar em seu colo como da primeira vez. Com o meu corpo mais acostumado ao seu, desta vez não encontrei tanto problema na penetração, e logo já estávamos desfrutando de mais um pouco de prazer. As suas mãos apertavam o meu quadril, e a minha bunda me ajudando nos movimentos em seu colo, sem nenhuma inibição, gemíamos baixo rente ao ouvido um do outro, intercalando entre mordidas, beijos e chupões de ambos.

-Mais Clarinha, eu preciso mais de você, você sabe o que eu quero, o que eu preciso!<disse rente ao meu ouvido>
-A sua sorte, e que hoje eu estou boazinha!<mordi o seu lábio inferior, o fazendo gemer>
Apoiei a minha mão na sua coxa, e sentindo um pouco mais de apoio, cedi ao seu pedido, e vontades com movimentos mais rápidos, rebolando em seu colo, o fazendo gemer gostoso de olhos fechados, com as mãos enterradas em minhas coxas.
Parte Bruno
As minhas mãos subiram da sua coxa ate os seus seios os apertando com vontade, arrancando gemidos mútuos, quando ela atendeu ao meu pedido, acelerando ainda mais os seus movimentos, e rebolando gostoso no meu pau me deixando cheio de tesão.
A Clara era uma mulher completa na cama, sabia receber, e era maravilhosa em dar prazer, definitivamente esta mulher estava conseguindo mexer comigo de todas as formas possíveis, e isso me deixava com medo. Com muito medo na realidade.
Os nossos olhos cheios de luxuria se encontraram, e de nossas bocas surgiram os sorrisos mais sujos que eu já tinha visto, seguido de gemidos de prazer intenso. Ela estava me fazendo desejá-la ainda mais, querer ainda mais de si, do seu corpo, do seu prazer.
-Porra, que delicia!<enterrei ainda mais as mãos em suas coxas>
-Voçe gosta assim não e?
-Puta que pariu mulher, como e gostosa!
Os nossos corpos estavam completamente aquecidos, na realidade ela era sempre quente. Mas no meu caso, eu sabia exatamente o que aquele calor significava, mas desta vez ela não iria me fazer chegar ao orgasmo primeiro. Segurei forme em sua cintura nos fazendo ajoelhar na cama, a virei de costas para mim, a deixando de quarto, e em seguida sem perder tempo algum, a penetrei com vontade.
Enrolei os seus cabelos em minha mão, os puxando com vontade, a fazendo gemer ainda mais. Estar dentro daquele corpo era delicioso, ela estava sempre deliciosa, apertada, e pronta para me deixar louco de tesão. O meu corpo se arrepiava a cada investida, cada pelo do meu corpo eriçava de prazer ao sentir o prazer que o seu corpo me proporcionava.
O nosso ritmo era acelerado, dávamos de tudo um ao outro, éramos apenas um quando estávamos juntos, ela era só minha, e eu me tornava só dela, a cada dia, a cada beijo, a cada carinho, a cada toque, a cada prazer, a cada noite, manha, ou tarde juntos, eu me sentia a mercê dela, e a cada dia me sentia mais perdido.
O seu corpo me proporcionava um prazer fora do comum, ela era deliciosa, e todas as vezes que estávamos juntos, a vontade de permanecer ao seu lado depois do sexo, se tornava ainda maior.
Os nossos gemidos já inundavam o quarto. Pedíamos por mais, ansiávamos por mais prazer. Os nossos corpos estavam suados, e a ponto de explodir de prazer, a única coisa que poderíamos fazer no momento, era nos entregar. Relaxei o meu corpo, permitindo-me chegar ao orgasmo, quando a senti completamente entregue, e minha, completamente minha. Depois de uma sucessão de gemidos, e palavras incompreensivas desferidas por ambos, largamos os nossos corpos cansados, e suados na cama, com o meu corpo ainda por sima do dela.

Lado a lado na cama, respiração acelerada, suor, quarto abafado, calor, mesmo o tempo frio do lado de fora. Esta explosão de sensações, éramos nos dois depois de fazer sexo, de transarmos. Depois de nos entregarmos completamente um ao outro, e mais uma vez sem receios, ou ressentimentos. Olhei para ela que estava com a testa suada, e com os cabelos colados no rosto. Os seus olhos estavam perdidos no teto sem graça do quarto, mas em seus lábios havia um sorriso contido.
Me virei de lado para ela, e passei as costas da mão no seu rosto, a fazendo ficar seria. Dei um selinho em seus lábios, retirei os cabelos grudados em sua testa, e ela me olhou com a expressão meio confusa, e eu não tiro a sua razão, afinal, eu mesmo estava começando a me sentir confuso. Beijei a sua testa e sai da cama, sem falar nada segui para o banheiro, precisava de um banho, me trocar, e ir embora antes que eu não fosse mais.
Omg esse Bruno que não quer admitir os sentimentos me enlouquece. Entre esses dois tem muito mais do que tesão, um sentimento lindo esta nascendo aqui. Bom de mais guria. *--*
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